quarta-feira, 22 de maio de 2013

Início da Utilização da TA na Terapia Brasileira



Um vídeo muito interessante que mostra como a tecnologia ajuda aqueles que sofrem algum tipo de deficiência.


'Normalidade é uma ilusão imbecil e estéril' -Oscas Wilde

Jogos Pedagógicos Inclusivos


O Projeto Jogavox destina-se ao estabelecimento de bases tecnológicas e pedagógicas que permitam a implantação de uma metodologia que oportunize aos professores das escolas públicas do Rio de Janeiro, a produção de jogos pedagógicos multimídia contextualizados e aplicáveis aos mecanismos de inclusão de alunos com deficiência.
O projeto cria as bases para que se torne factível que um grande número de docentes possam se apropriar da tecnologia e de uma metodologia para criação de jogos pedagógicos inclusivos integrantes e integradores das diversas disciplinas. Deve ser visto como um ingrediente importante e facilitador do acesso e da construção do conhecimento pelos alunos incluídos em turmas regulares, pela perspectiva de valorização das potencialidades encontradas em uma proposta de produção colaborativa.
Obtenha aqui downloads dos jogos disponíveis.


FONTE:http://intervox.nce.ufrj.br/jogavox/downloads.html


Projeto DOSVOX


O Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vem nos últimos anos se dedicando à criação de um sistema de computação destinado a atender aos deficientes visuais. O sistema operacional DOSVOX permite que pessoas cegas utilizem um microcomputador comum (PC) para desempenhar uma série de tarefas, adquirindo assim um nível alto de independência no estudo e no trabalho. 

Saiba mais sobre esse porjeto assistindo o vídeo a baixo ou clicando aqui.


Para o Download do sistema operacional DOSVOX segue o link: http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm

FONTE :http://intervox.nce.ufrj.br/

Abledata.com



Para quem tem amigos, parentes ou conhecidos com algum tipo de deficiência física vale a dica do site do projeto ABLEDATA, que é conhecido como a maior base de dados informativa de dispositivos assistivos e equipamentos de reabilitação. ABLEDATA não produz, distribue ou vende qualquer dos produtos listados no site e nem produz qualquer tipo de catálogo, mas fornece informações de como contactar os fabricantes ou distribuidores desses produtos.
 O banco de dados contém informações objetivas de quase 40 mil produtos, divididos em 20 categorias, incluindo cuidados pessoais, transporte, comunicação e recreação, possibilitando ao deficiente uma vida independente. Para cada produto é fornecida uma descrição detalhada de suas funções e características, é informado também preço, quando disponível, informações de contato e distribuidores. Além disso, são oferecidas informações de protótipos não comerciais e projetos do tipo faça-você-mesmo. Dentre outros recursos, o site apresenta notícias, informações sobre conferências e uma biblioteca de tecnologia assistiva, permitindo pesquisa de livros e outras publicações referentes ao assunto.ABLEDATA é patrocinado pelo National Institute on Disability and Rehabilitation Research (NIDRR) dos Estados Unidos. Acesse o site aqui.



Bom... E o Brasil ?? 

No Brasil, existe o Portal Nacional de Tecnologia Assistiva, que é um espaço destinado a troca de informações sobre tecnologia assistiva. O site mantém um catalógo de informações de produtos e fabricantes, nos moldes semelhantes ao projeto ABLEDATA. Embora muito mais limitado, em termos de quantidade de produtos, comparando-se ao projeto americano, a iniciativa é muito louvável : http://www.assistiva.org.br/ 

FONTE: http://vidabinaria.com.br/sites-uteis/maior-banco-de-dados-de-produtos-assistivos/ 

ASSISTIVA - Tecnologia e Educação


A ASSISTIVA - TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO é uma equipe especializada em Tecnologia Assistiva e tem como principal objetivo oferecer conhecimentos e informações, realizar a formação e produzir pesquisas que possam ser úteis a órgãos, instituições e entidades que atendem pessoas com deficiências. Estão preparados também para o atendimento direto ao usuário no sentido de avaliar, indicar e disponibilizar recursos de tecnologia assistiva, bem como acompanhar o uso desses recursos e sugerir eventuais adequações.

Os serviços se destinam a pessoas com deficiência e seus familiares, bem como às instituições, entidades e profissionais que dão atendimento especializado a essas pessoas. A ASSISTIVA - TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO atende profissionais da área da educação, da saúde e outros envolvidos com o desenvolvimento, pesquisa e aplicação de TA.

         Em relação aos usuários diretos e indiretos da tecnologia assistiva:

  • Serviço de avaliação, indicação, formação e instrumentalização para a utilização da tecnologia assistiva, especialmente no campo do acesso ao computador, das tecnologias para a comunicação alternativa e dos recursos pedagógicos que facilitam a acessibilidade e a aprendizagem. Orientamos também questões referentes à adequação postural e mobilidade, envolvidas nestes projetos.
  • Formação em tecnologia assistiva destinada a usuários diretos e indiretos.
Em relação aos profissionais que atuam na área:
    • Disponibilização de informações
    • Formação introdutória
    • Formação avançada
    • Encontros
    • Seminários
    • Oficinas
    • Formação programada por solicitação de órgãos, instituições ou redes de ensino
    • Acompanhamento e supervisão de propostas de implantação de serviços e estudos de casos
Em relação aos pesquisadores:
    • Participação em projetos de pesquisa e intercâmbio com instituições de pesquisa na área.


      CONTATO: Para informações, agendamento de avaliação, encaminhamento de projetos e consultoria em TA, enviar email para contato@assistiva.com.br ou telefonar para (51) 3026-4026.

      FONTE:www.assistiva.com.br/index.html




    Autonomia


    Com a utilização de ferramentas tecnológicas , o vídeo mostra como portadores de deficiências física e até idosos conseguem mais autonomia, não dependendo em demasia de terceiros. Um dos exemplos é Stefan Sundin que sofre de esclerose múltipla e com o auxílio de tecnologia como uma agenda eletrônica especial adaptada não depende mais da mulher para por exemplo, saber a hora que deve tomar os remédios, retornar ao médico e até comer.

    Também mostra o trabalho de pesquisadores que objetivam aumentar a qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais.